Família de engenheiro da Toyota cobra multa da empresa por bullying que teria levado profissional ao suicídio

Muito associados a adolescentes, o bullying aparece também afeta adultos em grandes empresas. E foi o que aconteceu na fábrica Toyota, no Japão. Segundo o site Motor 24h, um engenheiro de 28 anos cometeu suicídio após sucessivas agressões verbais de um chefe, que, como consta na reportagem, chamava o jovem de “idiota” e declaração que ele estaria “melhor morto”.

O engenheiro tirou a própria vida em 2017, aproximadamente dois após após entrar na empresa. Durante as investigações o órgão que fiscaliza as relações de trabalho no Japão atestou que o caso era um acidente de trabalho. A família do engenheiro então acionou a justiça, e em setembro ganhou a ação. Agora eles devem formalizar um pedido de indenização à fábrica.

Em entrevista concedida à agência Reuters, o porta-voz da Toyota foi evasivo na resposta, mas reconheceu que a morte tem ligação com o trabalho. “É verdade que a autoridade do trabalho determinou que se tratava de uma morte relacionada ao trabalho, mas não podemos comentar mais enquanto as negociações entre os representantes estão em andamento.”

Testemunhas ouvidas durante as investigações atestam que tão logo entrou na empresa, em abril de 2015, o engenheiro foi vítima de bullying. Ele havia acabado de terminar o doutorado e foi contratado para o departamento de design da Toyota. Em julho de 2016 ele pediu afastamento médico e foi diagnosticado com transtorno de ansiedade. Ele ainda voltou ao trabalho em outubro, mesmo com um quadro de depressão. Menos de um ano após esse retorno foi encontrado morto em seu apartamento.

Nos relatos os ex-colega dele afirmam que ele foi vítima de agressões verbais diariamente. Os mesmos confirmaram que além de se referir a ele como “idiota” e “tonto”, também teria afirmado que ele estaria “melhor morto.” O próprio superior acusado de assédio moral reconheceu ter praticado algum tipo de violência psicológica sobre o engenheiro, mas negou qualquer ligação com o suicídio do rapaz.

Volkswagen anuncia investimentos milionários na área elétrica

O futuro da indústria automotiva é elétrico, cada vez mais essa tendência vai se confirmando com as grandes montadoras apostando forte no setor. O site Motor 1 trouxe a informação que de que os alemães mudanças em seus planos de curto e longo prazo, tudo para aumentar a eletrificação de sua linha de produção. Os primeiros investimentos, de 60 bilhões de euros, algo em torno de R$278 bilhões, serão feitos até 2024. Já a longo prazo o plano é apresentar, até 2029, 75 veículos elétricos e 60 híbridos.

A projeção dos alemães e bastante ousada, vender 26 milhões de unidades até 2029. Também vida que no mesmo período sejam comercializados seis milhões de híbridos, que serão montados em duas plataformas diferentes em 16 fábricas espalhadas pelo mundo.

É justamente para alcançar essa meta que a empresa decidiu investir pesado. O valor representa 40% dos investimentos totais feitos em equipamentos, custos de desenvolvimento, propriedades e complexos industriais.

A revisão do plano foi anunciada pouco depois da Volkswagen iniciar a produção do VW ID.3, o primeiro de uma série de elétricos planejados pela montadora. Antes mesmo do carro ganhar o mercado já iniciou os trabalhos de uma segundo modelo, um crossover chamado  crossover ID.4. O carro deve ser produzido nós Estados Unidos.

Além de entrar na nova era dos automóveis, a Volkswagen também investe pesado para melhorar sua imagem, que ficou bem arranhada após o escândalo do Dieselgate. Na ocasião foi descoberto que a empresa usou várias fraudes nos filtros para falsificar os testes de emissão de carbono. A prática foi entre 2009 e 2015, e até hoje rende multas à montadora na Europa.

Caoa encerra vendas e produção do carro mais barato do Brasil

Depois de anunciar o fim da produção do Chery QQ na fábrica de Jacareí, em São Paulo, a Caoa anunciou que o carro não será mais vendido no Brasil. A notícia foi divulgada no site Motor 1, que já havia anunciado em primeira mão o fim da fabricação no país.

O carro tinha o título de mais barato do país, e era vendido a R$28,7 mil na versão Smile. Com o seu fim, o mercado nacional não tem mais nenhum 0km comercializado a menos de R$30 mil. Em sua nota oficial a empresa afirmou que agora pretende investir nos SUVs e sedãs.

A Caoa Chery optou pela discrição a hora de anunciar o fim da comercialização. O QQ foi retirado da lista de vendas do site, que apresenta agora as variações do Tiggo e o Arroz. Antes de sair do mundo virtual, o carro já não era mais visto nas concessionárias, e encomendas não eram mais aceitas.

Russo encontra carro anfíbio criado em 1950

Durante os anos de duração da chamada Guerra Fria a indústria Soviética investiu pesado em diversos setores, e os automóveis não ficaram de fora. Na semana passada o site Russia Beyond noticiou que um usuário da rede social VKontakte descobriu um off-road anfíbio criado em 1950. O carro tem oito rodas e foi produzido pelo escritório de design da fábrica de tratores Tcheliabinsk.

Com um chassi todo feito em alumínio o carro pesa 600 kg, medindo 4,53 m de comprimento por 1,9 m largura e 1,49 de altura. A história completa do veículo ainda está sendo pesquisada pelo dono atual do carro com um design composto por partes de peças do GAZ-M20 ‘Pobeda’.

Mustang ganha família elétrica que deve ser lançada em 2020 nos EUA

O clássico Mustang deu origem a uma família de carros esportivos que começam a ser apresentados pelo Mach-E. Esse passo faz com que o modelo deixe de ser apenas um esportivo dentro da Ford, e agora começa a ser apresentado uma linha com grandes mudanças em relação a história do carro, sendo um crossover elétrico, primeiro desse tipo produzido pela marca americana.

Em um vídeo do site Motor 1 são apresentados os detalhes do Mustang Mach-E. O site apresenta o sistema de abertura de portas, feito totalmente através de botões. O modelo não deixa a tradição de lado, trazendo elementos de design inspirados no Mustang tradicional. Entre os detalhes está o teto preto, o objetivo é dar aos motoristas a sensação de caimento coupé, mantendo o espaço interno para cabeça dos passageiros do banco traseiro.

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Mustang elétrico deve chegar ao Brasil e a Europa em 2021, vendas nos EUA começa no ano que vem

A referência ao coupé não termina aí, já que os desenvolvedores apostaram em outros elementos, como as lanternas e a dianteira, mas que do lado de dentro se mostram individuais. No lugar dos painel de instrumentos e botões está uma tela de 15,5″. As baterias foram colocadas no assoalho, o que mantém um bom espaço interno. previsão é lançar oficialmente o Mustang Mach-E no Salão de Los Angeles.

O motor elétrico pode ser colocado no eixo traseiro, ou dois colocados cada um em um eixo. A potência do propulsor varia de 255 a 465 cavalos. A produção do carro será feita no México, e o carro deve chegar ao Brasil em 2021, de acordo com as previsões mais otimistas. Boa Estados Unidos o carro começa a ser vendido em 2020, e na Europa apenas em 2021. Confira aqui o vídeo que o site Motor 1 fez apresentando o carro.

McLaren e Petrobras rompem contrato mas não divulgam valor da multa

A relação entre McLaren e Petrobras se desenhava tensa desde o início deste ano, quando o novo governo assumiu o poder. Na voz do ministro da Cidadania, Osmar Terra, o contrato de patrocínio da empresa brasileira deveria ser cancelado. A rixa se estendeu por longos meses, até que nesta segunda-feira a equipe inglesa anunciou de vez o fim da parceria entre as duas. 

No mês passado o Ministério da Economia havia classificado como “injustificável” o contrato entre as duas empresas. O contrato previa um investimento de 163 milhões de libras esterlinas,  valor que gira na casa dos R$ 870 milhões. Além do patrocínio nos materiais da equipe, o acordo previa também o desenvolvimento de lubrificantes e gasolina. O primeiro chegou a ser utilizado no carro de competição, porém a gasolina nunca chegou a abastecer os carros da McLaren.

Por ano o investimento seria de pouco mais de R$ 10 milhões anuais até 2023, ano de encerramento do contrato. Do valor, 60% seria destinado para tecnologia. Os comunicados oficiais foram bem mais amenos que o clima de animosidade, especialmente por parte do governo brasileiro, visto nos meses anteriores.

Ambas se disseram satisfeitas com a parceria e comemoraram os resultados obtidos ao longo das últimas temporadas. Entretanto, nenhuma das duas noticiou o valor da multa rescisória que deve ser paga pela Petrobras. O site Grande Prêmio fala que a rescisão custará R$ 100 milhões à estatal brasileira, o equivalente a dois anos de contrato.

Hamilton confirma título e se transforma em uma das maiores lendas da F1

Lewis Hamilton cravou no último domingo mais uma marca que o coloca próximo a ser o maior piloto da história da Fórmula 1. Com o segundo lugar no Grande Prêmio dos Estados Unidos, o inglês confirmou aquilo que era inevitável há muito tempo nesta temporada, o sexto título mundial de pilotos, aproximando-se cada vez mais dos números de Michael Schumacher.

Mas antes de chegar aos resultados do alemão, é importante ressaltar que Hamilton já se colocou entre os maiores. Durante décadas os pilotos da categoria tinham no horizonte os números de Juan Manuel Fangio, o argentino genial que nos primórdios da Fórmula 1 atravessou o Atlântico para ganhar cinco títulos mundiais e cravar um número que parecia inalcançável. Não foram poucos os gênios das pistas que tentaram alcançar o feito, mas o até 2002 o mais próximo de alcançar a marca foi o francês Alain Prost, que chegou aos quatro títulos. Em 2002 Schumacher empata com o argentino e dois anos depois ganharia o surpreendente sétimo título mundial, marca que para todos que acompanham F1 só poderia ser alcançada muitas décadas depois, tal qual foi com Fangio.

Poucos poderiam prever que aquele jovem piloto de 22 anos que estreava na McLaren em 2007 seria a lenda que hoje assistimos desfilar nas pistas. Em seu primeiro ano de categoria, Hamilton encarou um desafio gigante, ter como companheiro de equipe o então bicampeão Fernando Alonso, piloto conhecido pelo talento e pela personalidade nada agregadora. Hamilton não se sentiu intimidado, e foi para cima do espanhol, disputando o título daquele ano, o qual deixou escapar por um erro crucial no GP da China, o levou o título para a Ferrari de Kimi Raikonen. No ano seguinte, já sem Alonso no cockpit do lado, Hamilton teve um campeonato apertado e levantou o título após uma apoteótica ultrapassagem na última curva do GP do Brasil, deixando Felipe Massa, na época piloto da Ferrari e vencedor daquela corrida, com a sensação de pirulito roubado.

Os anos seguintes foram menos gloriosos, com a McLaren sem disputar diretamente o título, Hamilton viu a Brawn surpreender o mundo em 2009, e nos anos seguintes foi a vez do domínio da Red Bull, com os quatro títulos consecutivos de Sebastian Vettel. Mesmo sem disputar os títulos, Hamilton seguindo ganhando corridas, o que lhe garantiu uma marca até hoje invejável, é o único piloto da história a vencer corridas em todas as temporadas que participou. Mas a falta de títulos levou o inglês a tomar uma atitude inesperada na época.

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Talento precoce, o inglês começou a mostrar sua habilidade nos tempos de kart, quando foi descoberto por Ron Dennis Foto: Divulgação

A Guinada na Carreira

No final de 2012 Hamilton fez o anúncio que surpreendeu os fãs da Fórmula 1, iria trocar a tradicional e multicampeã McLaren pela Mercedes, equipe que havia voltado ao circuito em 2010, após comprar de Ross Brawn a equipe campeã do ano anterior. Mesmo como Schumacher na equipe, os primeiros quatro anos da equipe alemã passaram longe da briga pelo título, terminando o campeonato de construtores duas vezes em quarto lugar, e em 2012 amargando o quinto lugar, com apenas uma vitória nas três temporadas disputadas. Tudo isso fazia parecer a troca de casa uma escolha ilógica e quase suicida para a carreira de Hamilton. Mas não demorou muito para os resultados aparecerem na equipe, que em 2013 terminou o campeonato em segundo lugar, com uma vitória do novo piloto no GP da Hungria, prenúncio do sucesso que viria nos anos seguintes.

Casa nova e praticamente um novo piloto, Hamilton se mostrou muito mais maduro sem perder a agressividade e velocidade que o caracterizaram durante toda a carreira. Mas dois fatores podem ser considerados fundamentais nessa mudança, aliás, duas presenças. No corpo técnico Niki Lauda, o tricampeão mundial que avalizou a chegada de Hamilton na Mercedes. Lauda se tornou um mentor do inglês, que aos poucos foi aliando o estilo agressivo, inspirado em seu ídolo Ayrton Senna, com um estilo mais cerebral que garantia títulos.

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Primeiro título veio na McLaren em 2008, em sua segunda temporada na categoria. Naquele momento, Hamilton era o mais jovem piloto a ser campeão do mundo. Foto: Divulgação

Mas outra figura foi importantíssima para o crescimento de Hamilton, seu companheiro de equipe e rival desde os tempos do kart, Nico Rosberg. O inglês sempre se mostrou um piloto mais talentoso e rápido que o alemão, porém a Mercedes não impediu que Nico disputasse as posições e título contra o companheiro de equipe, contrariando a política adotada por anos na Ferrari. Com disputa interna aberta os dois foram aumentando a pressão conforme a superioridade da Mercedes se consolidava. Nos dois primeiros anos deu Hamilton, com Nico ganhando o título em 2016 e anunciando uma surpreendente aposentadoria após seu único título na categoria, empatando com o pai Keke.

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Toto Wolff decidiu dar liberdade para Hamilton ser o que queria fora das pistas, o que deu a ele o que faltava para se transformar na lenda que é hoje. Foto: Divulgação

Um novo estilo de piloto

Hamilton é o primeiro, e até o momento o único, piloto negro da história da F1, fato que ele mesmo já falou algumas vezes. Durante toda sua carreira não foram poucos os episódios de racismo vividos por ele. O próprio piloto já disse que durante os anos no kart sempre teve fazer muito mais do que os demais companheiros de pista.

Além de ser o primeiro negro da categoria, e encher os boxes da Fórmula 1 com pessoas da mesma cor, algo nunca visto antes, Hamilton também destoa dos grandes campeões. Ao contrário de Senna, e Schumacher, para ficarmos em dois exemplos, Hamilton não é um piloto obcecado que vive o automobilismo 24h por dia. Rodeado de celebridades de outras áreas, Hamilton está muito mais próximo dos grandes nomes do basquete e do futebol, com intensa vida social, do que se convencionou esperar de um piloto.

Essa mudança pode ser vista no vestuário do inglês, que foge e muito da tradicional camisa pólo e macacões de corrida. Com tudo isso, Hamilton implementou um novo conceito de piloto, alguém que desliga das corridas em vários momentos, e aproveita o que a vida pode lhe oferecer. Além disso, nos últimos anos ele também se mostra bastante preocupado com questões ambientais, saindo cada vez mais do estereótipo padrão de pilotos.

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A troca ousada da McLaren pela Mercedes colocou Hamilton e a equipe em um novo patamar. Os alemães conquistaram a maior sequência de títulos de construtores, e o piloto caminha para quebrar todos os recordes individuais da categoria. Foto: Divulgação

Todo esse estilo diferente causou diversos choques com seu antigo chefe, Ron Dennis, o ex todo poderoso da McLaren que abraçou Hamilton ainda nos tempos de kart. Acostumado com pilotos mais tradicionais, Dennis sempre quis controlar a vida do piloto fora das pistas. Mas na Mercedes a história é bem diferente, já que Toto Wolff vê com bons olhos que seu piloto tenha uma vida fora das pistas. Wolff entendeu que é justamente essa capacidade de desligar que torna Hamilton o piloto que é.

No início da carreira, Hamilton dizia não esperar muito mais do que um título, se mostrava pouco afeito a perseguição doentia por recordes e títulos. Mesmo assim, chega aos 34 anos a um título de igualar Schumacher, e a nove vitórias de se tornar o maior vencedor de Grandes Prêmios da história da categoria. Em ótima forma física, tudo indica que Hamilton pode não apenas igualar os números do alemão, mas superá-los.

A história do Batmóvel

O mundo dos super heróis tem ganho cada vez mais espaço no cinema mundial, mas mesmo com superpoderes, jatos voadores e tantas outras possibilidades, os amantes de cinema e das histórias de super heróis ainda nutrem um carinho especial por artefatos bem humanos. E um dos principais responsáveis por criar objetos de desejo nos fãs é Bruce Wayne, que encarna Batman nas perigosas noites de Gotham City. É bem provável que de tantos apetrechos que o personagem milionário apresentou ao mundo, poucos tenham conquistado tantos fãs como o Batmóvel.

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Primeiro Batmóvel nas surgiu em 1943, um Cadillac 1939 Series 75 conversível Foto: Divulgação

A primeira versão do carro apareceu nos quadrinhos em 1936, mas foi nas telas do cinema e da televisão que ele ganhou mais fãs. O primeiro carro do homem-morcego chegou às telas em 1943, quando a imagem de Bruce Wayne ainda era uma novidade nas películas, e na época foi interpretado por Lewis Wilson. O carro utilizado no filme era um Cadillac 1939 Series 75 conversível, totalmente preto e bastante discreto. No mesmo ano uma nova versão do Batmóvel chegou às telas, mas dessa vez da televisão através da série Batman & Robin. O modelo utilizado nesta versão foi um Mercury, também conversível, fabricado em 1949.

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Escondido na garagem de um dos produtores, o clássico da série onde o homem morcego era interpretado por Adam West foi leiloado em 2013 por mais de US$ 4 milhões. Foto: Divulgação

Batman seguiu sua trajetória nos quadrinhos e animações, e seu carro teve inúmeras versões desenhadas com base em veículos contemporâneos de suas épocas. Na série famosa da década de 1960, que trazia os icônicos Adam West no papel principal, e apresentou ao mundo Cesar Romero, que interpretou um Coringa com bigode, que se tentava sem sucesso esconder atrás da maquiagem. As três temporadas da série foram fundamentais para popularizar o universo de Batman, e entre os elementos deste mundo sombrio estava logicamente o Batmóvel. O modelo usado nesta série se tornou um marco, e o veículo utilizado na série foi leiloado por 3,47 milhões de Euros em 2013. O carro original foi construído pela Ford em 1955, quando apresentou o protótipo Lincoln Futura. Em 1959 o carro ganhou as tela no filme “Começou com um beijo”, e logo após brilhar no filme, o carro foi vendido por US$ 1 ao customizador George Barris. Uma década depois Barris foi contratado pela 20th Century Fox Television para criar um carro para Batman utilizar na série prevista para ser lançada no ano seguinte. Em 15 dias e com US$ 15 mil no bolso, o customizador usou a solução caseira e proporcionou mais um brilho para o Lincoln Futura, que se tornou um dos carros marcantes da história do herói.

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Foi da cabeça de Tim Burton que nasceu o modelo usado na sequência de filmes do cineasta, que apresentou um dos carros mais inspiradores da história do vigilante de Gotham Foto: Divulgação

Com o passar dos anos as histórias de Gotham City foram sumindo das telas, mas seguiam nos quadrinhos e animações, isso até 1989, quando Tim Burton traz de volta aos cinemas a história do orfão que cresce e resolve combater o crime. Diferente da versão alegre apresentada na televisão, Batman reaparece nos cinemas muito mais sombrio e denso, o que se reflete no Batmóvel. O carro apresentado nos dois filmes dirigidos por Burton causa um impacto imediato, desde sua primeira aparição. Sem utilizar nenhum chassi de carro já conhecido, o novo carro do homem-morcego foi completamente concebido na cabeça do diretor, que apresentou um carro totalmente preto o qual só era possível acessar pela parte de cima. Nesta versão o Batmóvel é muito mais que um meio de transporte, e se mostra em um carro totalmente tecnológico e uma das principais armas utilizadas por Wayne para combater os criminosos de Gotham.

Joel Schumacher foi o diretor responsável pelos dois piores filmes da história de Batman, e não foi diferente com o carro, ao menos não no utilizado em Batman Forever. O carro, redesenhado por Barbara Ling, ficou com a aparência de um sapato com asas, e talvez por isso não tenha merecido tanta atenção dos fãs da franquia. A situação melhorou um pouco dois anos depois, com o lançamento de Batman e Robin, de 1997. Schumacher deixou de lado o modelo do filme anterior e foi buscar inspiração em carros de corrida como Jaguar D. Type e o Delahaye 165. A melhora no carro não se refletiu no filme, considerado até hoje o pior de todos os já produzidos sobre a história de Batman, é até bom esquecer as bizarrices desse filme.

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Cristian Nolan foi o diretor responsável por uma das melhores sequências de Batman nos cinemas, e também o responsável por apresentar um carro totalmente novo e surpreendente. Foto: Divulgação

Mesmo com o esforço de Schumacher em destruir a boa imagem de Batman nos cinemas, o personagem resistiu e voltou a ter destaque graças a Christopher Nolan, que em 2005 iniciou a aclamada trilogia de Batman. Tal qual Tim Burton, Nolan também decidiu criar o próprio Batmóvel, e apresentou um dos mais impactantes carros vistos na história do personagem no cinema. Neste filme, Bruce Wayne dirige um carro superpotente e totalmente tecnológico, repleto de armas e blindagens, praticamente um tanque de guerra. Mas nesse modelo, nada de carona, já que o carro apresentado foi feito apenas para receber o motorista.

Chevrolet chama proprietários para recall daTracker

Os donos do SUV Tracker, fabricada pela Chevrolet, estão sendo convocados para um recall devido a um defeito no braço de controle da suspensão dianteira . O conserto precisa ser feito nos modelos de 2015 a 2018, fabricados entre 1º de julho de 2015 a 30 de junho de 2017, e também nos modelos 2014 e 2015 fabricados entre 19 de junho de 2013 e 7 de janeiro de 2015, conforme informa o Jornal do Carro do Estadão.

A Chevrolet comunicou que os carros chamados para o recall podem apresentar um cordão de solda fora do padrão. Com isso, o funcionamento da suspensão pode ser comprometido, fazendo com que o braço inferior quebre e se separe parcialmente do carro. O problema ainda pode causar o deslocamento da roda dianteira e prejudicar a dirigibilidade, isso pode causar acidentes graves com lesões graves e até mesmo fatais.

Os chassis envolvidos no recall de 2015 a 2018 vão de FL242228 a JL120620, enquanto nas unidades fabricados entre 2014 e 2015 são do EL107306 a FL177282. O recall deve ser agendado pelo telefone 0800 702 4200 ou no site da empresa.

Hyundai inicia vendas do novo HB20 no Brasil

A nova geração do HB20 começará a ser vendida a partir desta quinta-feira em todo o país. O carro é um dos maiores sucesso da Hyundai no país, e ganhou uma renovação no design, itens de segurança e na tecnologia. A proposta da marca é retomar um estilo mais esportivo, que a Hyundai chama de Esportividade Sensual.

Também está prometido um aumento no espaço interno e versões com motor 1.0l Turbo GDI, equipados com injeção eletrônica direta de combustível. Logo após o lançamento a empresa havia organizado um sistema de pré-vendas, iniciado na segunda quinzena de setembro. De acordo com nota lançada pela Hyundai, o site recebeu 1,7 milhão de visitas com registro de 70 mil interessados em comprar o novo modelo hatch. A empresa tenta inovar o sistema de vendas utilizando redes sociais para abocanhar uma fatia maior de mercado neste fim de ano. A comercialização será oferecida pelo Instagram e o WhattsApp oferecerá o serviço de cotação aos interessados.

Neste primeiro momento o modelo hatch terá sete versões: Sense (1.0l MT), Vision (1.0l MT, 1.6l MT e 1.6l AT) Evolution (1.0l MT e 1.0 Turbo GDI AT), Launch Edition (1.6l AT), Diamond (1.0l Turbo GDI AT) e Diamond Plus (1.0l Turbo GDI AT). O novo HB20 teve um aumento no seu espaço interno, com acréscimo de 30 mm entre-eixos e vão para pernas do banco traseiro foi aumentado 47 mm.

Quando o assunto é motor, a Hyundai aposta que o propulsor entregará 120 cavalos de potência, com torque máximo de 17,5 kgf.m logo aos 1.500 rpm. Com isso, os motoristas deverão ter uma aceleração mais eficiente facilitando ultrapassagens. Nas versões turbos, o carro terá um câmbio automático de seis marchas. A Hyundai investiu US$ 35 milhões no Brasil em 2019, passando a produção de 180 mil para 210 mil unidades por ano.