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Carro próprio pode ser uma linha de segurança contra a Covid-19

Com a retomada gradual da economia e reabertura do comércio, ter um automóvel pode ajudar na proteção contra a contaminação do coronavírus

Florianópolis – SC 8/9/2020 –

Com a retomada gradual da economia e reabertura do comércio, ter um automóvel pode ajudar na proteção contra a contaminação do coronavírus

A pandemia do novo coronavírus ainda não terminou e não tem data para que isso aconteça. Com mais de 117 mil mortos e 3,6 milhões de infectados no Brasil, a crise sanitária segue se espalhando pelo país.

No entanto, a economia começa a ser retomada em fases graduais em grande parte do país, especialmente porque o ritmo de infecção vem diminuindo em algumas cidades do Brasil.

Isso faz com que as pessoas voltem às ruas e retornem ao trabalho depois de uma longa quarentena. No entanto, para que o ritmo de contaminação seja controlado nesse momento, é essencial tomar alguns cuidados.

Muitos deles são básicos e a população já está ciente: usar a máscara, manter a distância de 2 metros de outras pessoas, lavar as mãos frequentemente e usar álcool em gel 70%.

No entanto, existem também muitas outras linhas de defesa para a população contra essa contaminação. Uma delas é ter seu próprio carro.

“Exatamente. Um automóvel pode ajudar a manter a pessoa isolada e evitar a contaminação pelo novo coronavírus”, explica Maximiliano Noronha, especialista automotivo e sócio-proprietário da NoxCar , uma concessionária de veículos usados e seminovos de Florianópolis(SC).

O automóvel é, de fato, considerado o modal mais seguro quando comparado com as muitas opções de transporte público, como o trem, metrô ou ônibus. A razão para isso é bem fácil de entender: o transporte público não tem espaço suficiente para a segurança de todos.

“Na verdade, é exatamente esse o risco. O transporte público é terreno fértil para a contaminação. Mesmo com máscara, as pessoas estão sempre se falando, o que pode contaminar alguém por perto”, explica Noronha.

Em relação aos aplicativos de carona, a situação também é complicada. O risco de contaminação é menor quando comparado ao do transporte público, mas não é nulo.

“O risco sempre existe. Os aplicativos pedem que os motoristas usem máscaras, e os clientes podem denunciar caso o motorista não a esteja usando no momento. No entanto, a pessoa pode estar contaminada e nem saber, já que a maioria dos contaminados é assintomática. Ainda que reduzido, é um risco que as pessoas correm”, comenta o especialista.

Por essa razão, a demanda por automóveis tem sido maior nessa retomada da economia. No entanto, quem lidera esse movimento são justamente os carros usados e seminovos.

“Pois é. De acordo com dados da Fenabrave, foram vendidos ao redor 700 mil automóveis usados ou seminovos em julho deste ano. Esse número é 53% superior ao mês de junho, o que demonstra uma rápida aceleração do mercado”, explica Noronha.

Uma das razões para esse tipo de movimentação, certamente, é a demanda por automóveis como sendo um fator de proteção contra o novo coronavírus. Afinal, as pessoas estão saindo para o trabalho e, como já mencionado, é necessário se proteger contra o vírus.

No entanto, esse não é o único elemento que ajuda a potencializar as vendas dos automóveis usados e seminovos nesse momento. O cenário macroeconômico também é positivo e estimula o consumo.

“A taxa Selic está em mínima histórica. O valor é de 2% ao ano. Isso tem impacto na taxa de juros de financiamento automotivo, que torna o investimento em automóveis mais acessível do que anteriormente. Para quem precisa de um carro para que possa ir trabalhar protegido, o cenário é muito interessante”, explica Max Noronha.

Os números mais recentes divulgados pelo Banco Central estão de acordo com a análise. Segundo o BC, a quantidade de crédito cedido para a compra de automóveis em junho cresceu 44% em comparação ao mês de maio.

No entanto, existe um fator que faz com que o destaque dessa retomada no mercado automotivo esteja entre os carros usados e seminovos e não entre os zero-quilômetro. A razão disso, de acordo com Noronha, é que os usados e seminovos oferecem um melhor “custo-benefício”.

“Para um carro ser considerado seminovo, ele precisa ter rodado, no máximo, 60 mil quilômetros e ter 3 anos. Por esse motivo, ele ainda está em um excelente estado de conservação. No entanto, a maior parte da desvalorização de um automóvel acontece no primeiro ano. Por isso, há um excelente custo-benefício no negócio, já que o veículo ainda está muito bom em termos mecânicos, e, no entanto, está mais acessível financeiramente”, explica Noronha.

Considerando todos os elementos em questão, não é uma surpresa perceber que a venda de automóveis usados e seminovos pode ser um poderoso motor de recuperação do mercado no Brasil.

O momento é de uma demanda acentuada, com estímulo de juros e com um bom custo-benefício entre automóveis usados e seminovos.
Para fazer uma boa compra de carros usados e seminovos, no entanto, é importante ter alguns cuidados.

“É importante fazer negócios somente com quem pode oferecer o selo de procedência obtido após uma vistoria cautelar. Isso garante que o automóvel tem procedência e não existe nenhum problema com sua documentação. Além disso, é importante verificar a quilometragem registrada no manual do proprietário após as revisões, pois isso impede a adulteração do hodômetro. Essa verificação ajuda a evitar que o comprador caia em fraudes. Para completar, o melhor é fazer negócios com marcas respeitadas no mercado, já que o risco de problemas é menor”, conclui o sócio-fundador da NoxCar.

Website: https://noxcar.com.br

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