McLaren e Petrobras rompem contrato mas não divulgam valor da multa

A relação entre McLaren e Petrobras se desenhava tensa desde o início deste ano, quando o novo governo assumiu o poder. Na voz do ministro da Cidadania, Osmar Terra, o contrato de patrocínio da empresa brasileira deveria ser cancelado. A rixa se estendeu por longos meses, até que nesta segunda-feira a equipe inglesa anunciou de vez o fim da parceria entre as duas. 

No mês passado o Ministério da Economia havia classificado como “injustificável” o contrato entre as duas empresas. O contrato previa um investimento de 163 milhões de libras esterlinas,  valor que gira na casa dos R$ 870 milhões. Além do patrocínio nos materiais da equipe, o acordo previa também o desenvolvimento de lubrificantes e gasolina. O primeiro chegou a ser utilizado no carro de competição, porém a gasolina nunca chegou a abastecer os carros da McLaren.

Por ano o investimento seria de pouco mais de R$ 10 milhões anuais até 2023, ano de encerramento do contrato. Do valor, 60% seria destinado para tecnologia. Os comunicados oficiais foram bem mais amenos que o clima de animosidade, especialmente por parte do governo brasileiro, visto nos meses anteriores.

Ambas se disseram satisfeitas com a parceria e comemoraram os resultados obtidos ao longo das últimas temporadas. Entretanto, nenhuma das duas noticiou o valor da multa rescisória que deve ser paga pela Petrobras. O site Grande Prêmio fala que a rescisão custará R$ 100 milhões à estatal brasileira, o equivalente a dois anos de contrato.

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